Boa noite, caros leitores.
Hoje o dia estava tão frio e chuvoso que me impossibilitou de sair e fazer alguma coisa divertida. Tentei assistir a um filme, mas era tão ruim que tornou-se inviável. Então no ócio que se apossou do meu dia e minhas trocas de fluidos intelectuais e de puro C.I (Cultura Inútil) via MSN resolvi postar uma perspectiva realista, ou pós modernista -como prefererirem os reacionários-, de um animal de existência secular.
Isso mesmo, a Piranha. Não refiro-me aqui sobre as cidades dos Estados de Alagoas e Goiáis, mas sim do animal, não só na essência da palavra animal -como ser irracional-, mas também nos desdobramentos do significado. Sem mais delongas. Quem nunca viu uma Piranha? Até eu mesma "urbanóide" do jeito que sou as vejo todo dia. Não estou aqui falando de ninfomaníacos ou pessoas sem pudores quando o assunto reflete em sexo, mas sim de pessoas que tem obsessão em ter aquilo que não é seu, ou melhor, quem não "é seu" -na falta de uma palavra menos possessiva, coloca-se aspas-.
Percebo que as palavras ao longo do tempo evoluem e agregam significados, mas nem tudo é tão modificado assim. Por exemplo, a piranha, seja o peixe de água doce ou o SER "RACIONAL" são carnívoros. Coincidência? Eu não aposto nisso.
Sabe, acho que hoje em dia, além de continuar na classificação da chave dicotômica como animais vertebrados -tanto a piranha peixe, quanto a piranha gente- elas trocaram a nadadeira por um par de pernas, são bípedes e não possuem mais guelras, agora elas possuem RG e CPF, além de endereço fixo. Foi uma evolução e parece que uma perpetuação da espécie. Sabe, isso me lembra aquele mito do Boto cor de rosa, que no período noturno saia das águas amazônicas e ía à cidade, assim que chegava em "terra firme" virava um homem sedutor de beleza tão estondeante e magnetismo próprio que atraia todas as mulheres, reza a lenda que ele as engravidava e abandonava-as. Então, chegamos no ponto em comum da história. As piranhas, elas miram, atiram e quando levam depois abandonam, porque na verdade elas não querem nada duradouro, quanto mais fugaz melhor, ou seja, são criadas para destruir.
Quem nunca encontrou uma dessas pela frente?
Não dizem que há mais segredos entre o céu e a terra do que nossa vã filosofia? Pra mim há mais segredos entre a água e a terra..hahahaha
Por isso eu e a maioria dos seres-humanos racionais de sexo feminino não somos muito chegados nessa espécie de animal que deve ser erradicada.
=)
Enfim, mais um besterol.
Beijos e abraços.
E muito cuidado o dia que for acampar com o namorado, amigo arco-íris, marido, ou qualquer um independente do sexo -segundo fonte confiável piranha agora morde qualquer um- que mantenha algum laço afetivo-sexual com você, porque elas aparecem quando menos se espera e, antagonicamente ao mito do boto, não possui um horário predeterminado.
Além do simples rio
Expressado por Ana "Bya" Santos às 22:28 1 Escreva que eu leio
Dia mais que de cão

Meu Post é mais porque sou a "integrante" que ainda não registrou nada aqui. Pois bem, vou falar um pouco do meu dia ontem.
Sabe aquele dia em que nada dá certo para você?
Dia esse que se contrapõe ao ditado "dia de cão", porque nem cão tem um dia tão ruim quanto o seu?.
Dia em que você se acha baranga, mal vestida. Seu cabelo tá um lixo, sua sobrancelha por fazer, suas unhas nem se falam e você entra numa profunda depressão, nada te consola, chora, chora, chora, quer parar e não consegue? Mais ou menos por aí foi meu dia ontem -isso porque ainda estou longe de chegar à monografia-.
Acordei com nenhuma vontade de ir a faculdade, mas me animei, afinal tinha aula de história, me arrumei, mas não encontrei nada que achasse tão bom no armário, prendi o cabelo de qualquer jeito, me senti uma velha andando na rua. Durante o dia não houve nada que me alegrasse, quando cheguei em casa fui almoçar e do nada veio uma sensação ruim, depois fui levar a minha irmã ao curso -e ai tive a certeza que nada estava bom-, uma senhora me perguntou se a minha irmã de 12 anos era a minha filha. Valha-me Deus, hoje em dia o sexo não é mais tido como complemento de um relacionamento, mas sim uma banalidade e isso está se propagrando culturalmente por diversas gerações. Está tão comum ver meninas de 12 e 13 anos grávidas que as pessoas acabaram por digerir essa realidade e propagam. Enfim, eu tenho 19 anos, para ser mãe da minha irmã eu teria de tê-la com 06, inviável. Para terminar, cheguei em casa, tomei banho e me arrumei para ir ao meu curso, coloquei meus últimos R$ 20,00 no bolso e levei o cachorro na rua. Quando voltei cadê o dinheiro?. Acabei por desistir de ir ao curso, subi para a casa e achei -naquele momento- que tudo era muito injusto, fui assistir um filme, puta, muito puta porque havia perdido o R$ o que me fez chorar mais ainda, acabei por pegar no sono.
Enfim, cabe a pergunta sem resposta: Por que temos que ter dias tão ruins?
E para completar, porque justamente nesses dias temos que encontrar pessoas sem noção de nada na rua? Porque sempre pode piorar.
Sem muito o que falar. Não é um belo post para inaguração minha, mas é factual!
Depois eu prometo uma postagem à altura.
Abraços e Beijos a todos.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Expressado por Ana "Bya" Santos às 16:45 2 Escreva que eu leio
Tudo culpa das que queimaram os sutiãs...
Por favor, não confundam este post, com uma manifestação machista, de maneira nenhuma...
Mas vamos pensar todos juntos.
Com o feminismo ganhamos o direito de ser pioneiras em diversas profissões, podemos votar, somos provedoras de dinheiro em casa, somos figuras cada vez mais marcantes em famílias, na televisão, nos jornais, etc.
Mas o que perdemos?
Perdemos tempo para brincarmos com os nossos filhos, que hoje ficam nas mãos de babás, e as têm como maior referência de amor do que a nós mesmas.
Perdemos a vaidade... tem algo mais bonito do que uma mulher de saia ou vestido?! Mas a maioria prefere usar as banais e feias calças.
Perdemos o romântismo... quem não se lembra dos filmes antigos, em que as mulheres eram apaixonadas e os casais trocavam cartas e juras de amor.
Mas há quem vai dizer que as mulheres eram subjugadas, exploradas, escravizadas e traídas por seus maridos. Mas conheci várias mulheres do século passado que eram plenamente felizes com os seus.
Hoje, é muito mais fácil ser puta, não no sentido propriamente dito da palavra, mas ser puta sim, estar cada dia com um, sem se entregar (afetivamente, que fique bem claro) a nenhum deles. Não que não seja legal... todo mundo tem necessidades fisiológicas, o corpo pede por isso depois de um tempo sem, e acabamos cedendo às pressões do próprio corpo. Mas não é nesse sentido que eu estou falando.
Cadê a graça em se apaixonar, em sentir borboletas na barriga, em esperar incansávelmente um telefonema, em marcar um cineminha com o "futuro-dito-cujo"? Não existe mais.
Hoje você vai numa micareta, beija 10, pega o orkut de um, e já marca de ir pro motel.
Como assim?!
Que mundo é esse?!
Não recrimino ninguém que tenha um amigo-step (aquele que está sempre lá na hora que vc precisar de uma mãozinha, ou qualquer outra parte do corpo), acho até bastante saudável. Só não acho normal essa banalização do sexo com desconhecidos. Convenhamos, você sabe onde ele colocou o brinquedinho dele antes de colocar em você? E se ele tá te pegando assim de cara, com quantas ele já não fez isso? E se você quiser um relacionamento com ele, será que ele vai te trair?
O problema do mundo de hoje é que as mulheres não se dão o respeito, e os homens também não.
Mas isso é culpa de ambas as partes... Os homens sempre foram galinhas, mas por quê nos igualar a eles? Isso fará de nós pessoas melhores? "Olho por olho e dente por dente"?
Nem todos os homens são assim, nós sabemos. Conheço muitos que são fiéis por opção.
Às vezes acho que nasci na época errada.
Porque no fundo, no fundo, toda mulher é romântica, só que esconde isso muito bem.
Sou a favor do romantismo...
Da porta do carro ser aberta, da conta do restaurante paga, de flores sem motivo algum, da prioridade em botes salva-vidas.
Ai como queria voltar no tempo e ser feliz com pequenas coisas como as mulheres dos anos 40 eram...
Agora, para ter a dita felicidade plena, queremos muito, muito mais do que elas almejavam.
E com isso nos banalizamos.
É triste.
É bom ter liberdade sobre a nossa vida, sobre as nossas atitudes...
Mas é tão ruim não ver a que caminhos elas apontam.
Emfim, por hoje é só.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Expressado por Carol às 15:52 2 Escreva que eu leio
É fácil falar...
Porra, nós seres humanos somos mesmo estranhos, né?! Hoje eu soube de uma coisa muito engraçada que me revoltou um bocado. Não, não estou falando da derrota vergonhosa da seleção masculina de futebol nas olímpiadas, muito menos do desempenho horroroso do Brasil na mesma olimpíada. Estou falando de uma coisa pessoal, de um problema pessoal: o cinismo das pessoas.
Não sei se eu vivo numa realidade distorcida ou é o mundo que é estranho mesmo, mas acho tão mais fácil ser sincera... Sincera comigo mesma, com as pessoas ao meu redor, com as situações que eu passo, que ver as pessoas forçarem situações e atitudes me deixa atordoada. É só parar e pensar: se eu for sincera, eu vou saber lidar bem com tudo, se eu não for sincera precisarei me meter em uma rede de farsas e mentiras que nunca tem um fim, então, para que isso?
É, estou muito puta sim, porque as pessoas falam o que querem, ou se calam sem explicar porque, fazem o que querem, machucam, pisam, magoam e depois querem fingir que nada aconteceu. Hipocrisia, sabe? Porque admitir o erro é muito complicado, então, vão no orkut e colocam fotos com legendas bonitinhas afim de sensibilizar o objeto com o qual errou.
Nessa era onde tudo é digital, tudo é plastificado, até as amizades ficaram assim. "Bom, fiz uma merda, te esculhambei, errei feio com você, mas vou colocar uma foto nossa e dizer que você é meu super herói favorito e tudo será como antes. NÃO DÁ!
Já disse um sábio poeta uma vez para uma situação dessas: "SE FODE AGORA!". Sim, porque na hora que a coisa aperta, recorrer à razão parece o mais correto a se fazer, mas esquecem que a emoção, lá atrás, já fez seu estrago de proporções catastróficas.
E aí é que eu volto na questão da sinceridade: precisamos ser sinceros, principalmente com nós mesmos. Não adianta eu dizer que não gosto da situação x e amanhã fazer a mesma coisa só porque "meus amigos fazem assim e se eu quero fazer parte do grupo também preciso fazer". E aí, mesmo quem julgava ter uma alma sincera e verdadeira, uma alma artística, elevada, acaba caindo naquilo tudo que mais negava, até mesmo cometendo atos no mínimos medíocres e que expressam o grau de necessidade de "fazer parte".
E é nessa hora que penso no Matanza. Música pra macho! "É impressionante como eu nunca faço nada./É sempre a confusão que vem até aqui./Falo isso para o meu psiquiatra,/Mas é claro, ele não entende."
Eu não procuro a confusão, as pessoas que as provocam. Eu tento ficar na minha, mas não deixam... E olha que a confusão nem foi comigo, foi pior, com meu namorado. Por isso a ira ser maior ainda! Sabem como é, né?! Cuido do que é meu! Hahahaha...
Enfim... Assim me despeço hoje. Com vontade de esganar uma certa pessoa... Hehehe...
Mas passa, amanhã estarei melhor (se não me aprontarem outra, claro)
Beijocas da cabeça da esquerda
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Expressado por Pri às 22:31 1 Escreva que eu leio
As três cabeças
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Expressado por Pri às 20:13 2 Escreva que eu leio
A ídolaaaa
Mas para o meu despero, a deusa do Pop está cobrando por uma noite de show no Maracanã, 180,00 no assento mais barato.
É isso mesmo... 180,00.
Eu como estudante pago 90,00...
Mas caceta!
90,00 pra ver a Madonna, não que ela não valha o dinheiro, mas é muito dinheiro... e em tempos de vacas magras, gastar esse dinheiro com ela é praticamente um sacrilégio.
Fiquei deprimida quando vi o preço.
Mas juro que vou tentar economizar nos meus lanchinhos na casa do palhaço pra ver se consigo juntar a grana pra ir no show do mito.
Enquanto não chega a hora...
Contando os minutos pro show do Zé pretinho...
Quem me acompanha?
Expressado por Carol às 16:05 2 Escreva que eu leio