Prezada Mulherzinha (Mais um da Young)

Esse é mais um texto da Fernanda Young para vocês se deleitarem, enquanto falta-me criatividade o suficiente e sobra-me TPM, trabalhos, provas, folhas para expressar-me. Entretando, esse diz bem o que gostaria de dizer no momento a uma pessoa, ridícula, infantil e que não sabe se pôr no seu lugar de "mulherzinha" no sentido mais ínfimo da palavra (no diminutivo).



"Prezada Mulherzinha,

Se existe alguém que pode falar o que vou falar para você, sou eu. Então, por favor, tenha a humildade de admitir que sei o que estou falando. Pois o que eu te direi é duro, mas poderá te fazer um bem enorme.

Chega. Chega de se comportar assim. Como se estivesse lutando pelo posto de rainha da bateria. De Miss Maravilha do Mundo. Basta de ataques, dessa competitividade suburbana eu sou a melhor, eu sou a mais alta, eu sou a mais gostosa do pedaço. Ninguém tá ligando a mínima se você corre 10 quilômetros ou se aplicou Botox nessa sua testa sem expressão. Ou se você é assim porque ainda não passa de uma menininha que quer ser mais perfeita do que a mãe, conquistar o amor do pai e ser a primeira da classe. Esse teu afã psicopata de vencer todas as paradas só te deixa ridícula. E me faz querer usar um termo que odeio: coisa de mulherzinha. Mulherzinha é que tem essa mania de estar sempre desconfiada das amigas, porque todas teriam inveja do seu corpão e do seu cabelão estilo falso-loiro-natural-cinco-tons. Lamento informar, querida, que ninguém sente inveja de você. Por isso, chega de dizer por aí que, para não atrair olho grande, é bom ficar de bico fechado sobre a tal possível promoção que você terá no trabalho. Relaxa, ninguém está a fim de ser você. Tente, portanto, ser você com mais leveza. E lembre-se: esse negócio de dizer que não se pode confiar em mulheres só comprova que você é uma pessoa maliciosa. Sendo que isso está longe de ser porque você é fêmea.

Quando vejo você tagarelando sobre seus feitos sexuais, sinto-me num filme ruim sobre ginasianas americanas. Todas fanhas e excitadas. Chega, tá? De azucrinar os outros com essa sua boca-genital lambuzada de gloss, cuspindo baixos-clichês, simulando uma modernidade que você não tem. Nunca mais caia no ridículo de fazer "sexo casual" com nenhum tipo de homem, mais velho ou mais novo, casado ou solteiro, porque todo mundo já sabe que você finge tudo. Que goza, que não se sente fácil, que não liga quando os caras não telefonam no dia seguinte. Seja honesta uma vez na vida: confesse. Que você não é nada tão wild quanto se vende. Que não sabe falar tão bem inglês assim. Que fez escova progressiva. Que tem dermatite. E enfim você terá alguma paz, pois se reconhece humana, e não a barbie boba que você procura ser. Acredite: idiotice só te faz charmosa para os cafajestes. Se continuar assim, nunca vai aparecer aquele cara bacana que você gostaria que aparecesse; para lutar por você, até te conquistar, e destruir essa tua linda silhueta com uma gestação de 15 quilos.

É triste, amiga Mulherzinha, mas você terá que abrir mão da máscara de rímel que cobre a sua verdade."





TODO mundo conhece uma MULHERZINHA, mas a que conheço começou a mexer no vespeiro onde não deve e isso já está me incomodando.


=)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Por Fernanda Young...


Espero que divirtam-se com o texto da ácida Fernanda!


Ao clitóris


"Querido companheiro,

A distância entre nós impede que nos vejamos frente a frente, então resolvi lhe escrever uma carta. Não tenho certeza do CEP da sua localidade, mas espero que estas linhas cheguem até você. Primeiramente, gostaria de lhe agradecer pelos grandes momentos que passamos juntos, todos de tirar o fôlego. Espero poder repeti-los assim que tivermos a oportunidade. Nos encontraremos lá, no nosso lugar. Eu, sempre sem tempo; você, sempre um pouco atrasado. Gosto da nossa relação. Sem grilos nem cobranças. Sem falsas ilusões. Respeito mútuo é o que eu diria que temos em nosso longo convívio, e isso não é pouco.

Talvez devêssemos manter um maior contato, não sei, mas, mesmo assim, não sinto qualquer culpa com relação a isso.Você, aliás, é o mais calado.E não estou reclamando, ao contrário. Falo demais às vezes, e você, nesse seu discreto silêncio, diz tudo o que eu queria dizer. Ou seja, acho que nós temos personalidades opostas complementares, estando aí o segredo do nosso relacionamento estável.

Talvez devêssemos, sei lá, ter viajado mais.Ou,quem sabe, ousado mais.Cansa-me,porém, o excesso de conjecturas, sabe? Muitos "talvez..." Tivemos bons tempos e maus bocados, mas sobrevivemos. E é isso o que interessa. Restando-me apenas o segundo motivo desta carta, que é lhe dar boas notícias. Nós vencemos.É, vencemos.O machismo opressor perdeu a sua longa hegemonia sobre a sociedade. Em alguns lugares do mundo, sim, muitas mulheres seguem em suas batalhas contra a brutalidade masculina, mas são focos de ignorância que deverão ser apagados. O fato é que, sem dúvida, hoje, podemos dizer que vencemos.

Uma luta ancestral, cuja vitória merece ser comemorada. Sendo esta a razão principal desta carta: dividir com você essa conquista. O sangue derramado não foi em vão.Desfrutamos, enfim, da liberdade de fazermos o que quisermos. Claro, burrices é o que fazemos por vezes, porque é o que queremos fazer; porém até a burrice é bem-vinda. Já que é mesmo a partir do erro que acertamos. Somos assim e parece que os homens finalmente entenderam isso. Ou fingem que entenderam. Mas nós dois, mais do que ninguém, sabemos que fingir funciona quase da mesma forma, para efeitos práticos. Além do mais, os machos e as suas glandes também não têm demonstrado grandes inteligências, através dos tempos, têm?

Pois bem, é isso.Acho que temos o que comemorar. Nossa revolução foi completada, mas novas lutas é o que não faltam. Diversas mulheres estão se saindo bem em suas trincheiras,outras seguem vítimas de injustiças. Estamos aqui para isso, porém, não é? Digo lutar. E, ainda movida pelo mesmo calor revolucionário, permito-me soar repetitiva: unidos venceremos.

Saudações"

Fernanda Young


Ela é simplesmente perfeita. Eu queria atualizar o blogger que minhas companheiras, por alguns motivos de volatilidade da vida acarretando assim a falta de tempo diante das necessidades e das obrigações que essa impõe, deixaram de postar aqui. E nada melhor do que um post beeeem feminista para sair da seara política, onde ainda predomina o patriarcal.


Beijos a todos.


segunda-feira, 10 de novembro de 2008

there's still some hope


Ainda existe alguma esperança de mudança e eu aposto nela!
Obama, muito além de ser o primeiro presidente negro a entrar na história Norte-Americana, também será aquele que virá com uma política diferente.
Chega de republicanos, aristocratas que sentem-se o rei do mundo.
Precisa-se de uma política efetiva, baseada no diálogo e não no poder ibélico.
Revisando a história acabamos por perceber que toda grande crise desmembra-se em uma guerra e se isso acontecer mais uma vez dentre a história, prefiro que seja com um presidente democrata do que com um republicado, pois a política desse segundo conhecemos muito bem com o W.Bush!
Infelizmente nossa economia não é gerida sozinha, os acontecimentos no EUA reflete na política mundial, então espero alguém de consciencia e cautela do que alguém que sente-se auto-suficiente ao bastante para invadir sem ao menos conversar.

Eu não quero a nossa amazônia a mercê dos EUA (Lê-se invadida), por isso torço por Obama, por isso torço para uma política jovial e não arcaica e anacrônica!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Pai, afasta de mim esse "cale-se"

Assim não dá para ficar
Eu não acredito em coincidências ou acaso. Acredito, sim, na força do destino e em propósitos.
Deveras, hoje foi um dia interessante, pois tive aula de Sociologia Jurídica e estudando Habermas e sua "Teoria da ação comunicativa" que desmebra-se em "O Mundo da Vida" que é ligado a racionalidade comunicativa e "O Universo Sistêmico" que é ligado a uma razão instrumental e de mercado e Estado. Diante disso, tornou-se impossível não lembrar mais uma vez o antagônico (ou antagónico) entre ambas as campanhas eleitorais no RJ. Em determinado momento o professor resolveu perguntar se estávamos felizes com o resultado das eleições. Ecoou um NÃO em uníssono e no meio da freqüência sonora perfeita, houve uma perturbação na onda, com um SIM. Não me conformo que nós, estudantes, elite intelectual brasileira, não sejamos racionais ao ponto de saber separar "o joio do trigo". Fico estupefata com a ausência de critérios plausíveis para a escolha do que se acredita ser melhor, mesmo que seja dentre os piores (como muitos alegaram). Não estou aqui dizendo que um é melhor do que o outro, embora acredite nisso, estou aqui dizendo que as pessoas não sabem por que escolhem um e não o outro.
Lamentável que o povo não entenda nada de história, tampouco política e acabe por falar asneiras quando tenta defender seu frágil ponto de vista. Como disse Arnaldo Jabour, com propriedade ímpar, é lamentável que o povo tenha preferido admitir mais uma vez a dinastia da Assembléia Legislativa do que a Revolução.
Será que estamos rumo a um neo-absolutismo?

Sexta-Feira haverá passeata Pró-democrática às 12h na cinelândia e mesmo que não seja muito, eu estarei lá tentando fazer a diferença dentro daquilo que acredito ser justo.
Farei a minha parte e espero que consigamos mostrar que acabou a era dos jovens desmotivados, acabou o reacionarimos, vamos à REVOLUÇÃO!

Minha boca não tem velcro, nem tampouco meus braços algemas. Não colocarão minhas mãos ao redor do meu pescoço, essas estarão bem altas fazendo movimentos bruscos e de minha boca vociferará sons que juntamente com os demais que lá estiverem ecoará em prol da democracia.
Sou um ser, racional, audaz e que busca sempre a justiça, não admitirei que me ceguem, que me alienem, e muito mais que isso, não aceitarei as barbaridades bem diante do meu nariz!

Chega de braços cruzados.

Uma boa noite!

Um brinde à democracia ética!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Ideologia, eu quero uma pra viver.

Isso era bonito de se ver.

É a ignorância que atravanca a evolução.

A afirmativa acima foi comprovada pela vergonha da eleição carioca. Elegeram -pq eu não compactuei com tamanha atrocidade - um representante que na verdade não representará nada, pois não tem uma vida política galgada em ideais concretos, migrando a todo instante de partido a partido. Acredito que esse cidadão -pq não o reconheço como outra personalidade - tenha passado por todos os partidos "de situação"; além de ser cria de nosso atual prefeito, Cesar Maia, pessoa essa em que foi a todo instante contemplada com dedos apontados e acusações pelo famigerado -ironicamente, é claro - Srº Eduardo Paes. Não sou a favor de cuspir no prato em que se comeu. Não sou a favor de hipocrisia, de falar mal de alguém e depois fazer pactos de união com essa mesma pessoa, simplesmente ignorando a posição que tive um dia quanto a ela. Tampouco sou a favor da utilização de meios sujos para se favorecer em detrimento de alguém. Digo isso por conta da propaganda que vinculava na T.V da Ex-ministra do meio ambiente, Marina Silva, em que dizia que se Chico Mendes estivesse vivo ele votaria em Gabeira e o Srº Paes entrou com um pedido judicial para que fosse retirada essa propaganda e conseguiu seu objetivo, entretanto, logo em seguida, colocou na mídia uma propaganda a qual comparava os projetos de um e de outro, inclusive citando o apoio do Cesar Maia ao seu adversário. Todavia, o que o povo não sabe, é que esse cidadão, enquanto o Gabeira discutia sobre o caso Renan Calheiros e Severino Cavalcanti -assuntos importantes em totalidade-, Eduardo Paes apresentou um projeto ao qual acabaria com as sanções penais, tornando essas penas alternativas. Eu sou estudante de Direito e aprendi que o código coercitivo existe desde que o mundo é mundo, aprendi também que ele foi instaurado no Brasil, desde sua época colonial. Como podemos simplesmente mudar as regras regentes da ordem urbana? Queremos fazer daqui o quê?
Sabe, enquanto o povo continuar alienado politicamente o sistema se manterá imperativo, enquanto o povo achar que política é jogo de futebol, onde torcemos pelo time que vence, nada mudará; enquanto o povo não abrir os olhos e ver que não há na mesa da maioria dos cidadãos brasileiros aqueles cafés cinematográficos das novelas da Rede Globo, continuaremos estagnados; Enquanto nós, cidadãos brasileiros, não soubermos aproveitar as oportunidades de progresso, nossa vida continuará no marasmo. Enquanto houver meios de informação que alienadores, seremos robôs programados e propagadores.
Não há, na atual circunstância que se instala hoje, uma óptica de mudança. Esse candidato saiu vencedor da batalha, mas não da guerra, pois essa ainda transcenderá anos e anos, afinal por mais que existam mais reacionários do que revolucionários esses últimos não esmorecem com facilidade, não esquecem seus objetivos principais e não se cansam de lutar por eles.
Encontrei pelo caminho, enquanto conversava sobre o 2º turno do RJ, um grupo bem expressivo dentro da sociedade, grupo esse propulsor de lutas por causas do proletariado, grupo grevista, que me deixou incrédula por maciçamente se absterem e que graças à abstenção de vocês, por motivos passados, hoje mais uma vez teremos uma experiência conservadora. O orgulho fez com que isso acontecesse, que se dane que Arminio Fraga -Presidente do Bco Central na Gestão FHC e propulsor de privatizações - estivesse custeando a campanha de Fernando Gabeira, alguém o tinha que fazer, haja visto que seu oponente possuía a máquina pública a seu favor. Vocês se esqueceram do passado de militância. Chego a conclusão de que com a idade, os corações passam a bater do lado direito do peito.

Lamento, lamento por não saber o que será da cidade do Rio de Janeiro. Lamento por claramente ver que ainda há fraudes eleitorais. Lamento por o vencedor se prevalecer em cima de folhetos que denigrem a imagem do vencido. Lamento que o povo seja tão analfabeto politicamente, lamento que fiquemos ao Deus dará.

Espero disso tudo, que apenas alguns sem dentes, ganhem a dentadura prometida –porque, infelizmente, ainda é visível o curral eleitoral - e que finalmente possam sorrir, mesmo que seja um sorriso com dentes e não um sorriso sincero. Torço para que isso implique no choro por 04 anos que parecerão 10!

Abraços a todos e Boa noite.

Desculpe a forma da fala do discurso, entretanto quando há indignação não se faz doces frases.

"Somos o futuro da nação"

No final, a ditadura deixou suas marcas reacionárias que se propagam por mais de 20 anos.

"Meus inimigos, estão no poder"

"E mesmo que pareça tolo e sem sentido, eu ainda brigo por sonhos, eu ainda brigo"

domingo, 26 de outubro de 2008

Hora de falar sério


Pois é, gente... Dia 26, domingo agora, vamos ter eleições. Nosso segundo turno vem aí e, por mais clichê que possa parecer, é importante a gente votar consciente.

É, galera, mesmo sendo comercial de tv, é verdade. É o nosso futuro pelos próximos 4 anos que estaremos decidindo ao apertar aquelas 3 teclinhas lá na urna.

É importante a gente ter consciência que nossa decisão é o que pode mudar para melhor ou pior a cidade em que vivemos. O que queremos nesse momento? Saúde? Educação? Preservação? Segurança? Tudo isso? Então não se isentem de mostarem o que querem e a melhor forma de isso acontecer é votando.


Sabe, reclamar que a cidade está toda errada é fácil, mas que moral algumas pessoas tem de reclamar se na hora do horário eleitoral preferem desligar a televisão e desconhecem as propostas dos candidatos? Se não assistem aos debates para ver como eles se apresentam e expõe suas idéias e respostas? Se não procuram saber do passado e feito de cada um deles? Aí, vão na urna, votam em branco ou anulam e depois querem reclamar de que a prefeitura não faz nada. E essas pessoas que jogoram seus votos fora, fizeram alguma coisa?


E não acaba quando votamos. É nosso direito e dever fiscalizarmos o que tem sido feito pela cidade. Se a verba pública está sendo empregada de maneira correta e cobrar o cumprimento das promessas de campanha.


Essas 3 cabeças apoiam o candidato Gabeira e fazemos questão de deixarmos claro nossa escolha. Porque pesquisamos, procuramos nos informar e acreditamos que ele possa fazer alguma diferença. Não, não estamos tentando fazer campanha política aqui, apenas expressar nossa opinião porque somos pessoas seguras e conscientes da nossa escolha. E porque aqui é nosso espaço para dizer o que queremos, quem não gostar, bem, não goste. Hehehe...


Sim, sim, estamos desacreditados politicamente. Todos roubam, todos nos deixam na mão, todos só olham para o próprio umbigo,... Mas ainda não temos mobilização para declarar uma revolução, para viver em anarquia, então, precisamos ter esperanças, precisamos querer acreditar que as coisas podem ser diferentes, que podemos mudar o mundo apertando algumas teclas e cobrando o cumprimento das promessas.
"O pior analfabeto é o analfabeto político." Dever de casa, adivinhar quem disse isso. Hehehe... E pensar nisso. Consciência política, gente!
Beijinhos da cabeça da esquerda

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Nem Lé, Nem Cré!





Ausentei-me por um tempo, primeiro porque não estava com clima, tampouco disposição para escrever e segundo por motivos técnicos. Hoje venho aqui na missão de partilhar com vocês algumas indignações.
Primeiro quero partilhar a idignação sobre a cara de pau das pessoas. Quanto mais você trata bem, mais você é tratado em escanteio, não, não quero usar palavras de campo semântico referente a futebol, até mesmo porque desisti de torcer para meu time - que tem a necessidade de sempre perder para o Flamengo, pior, fazendo gol contra- e essa é uma outra indignação minha. Sim, acho que vou virar casaca -mas é melhor abstrair-, se é que ainda vale a pena torcer para algo ou alguém.

Estou cansada desse papo efêmero, de relações efêmeras e proveitosas, não no sentido harmônico, mas no sentido de tirar proveito MESMO, relações que sugam e em nada acrescentam. Sabe, eu por um momento achei que algo poderia ser diferente, entretanto acabo por perceber que é sempre a mesma coisa, as relações não mudam e não há óptica em que se enxergue perspectiva de mudança e ainda me dizem que o Estado de Natureza em Hobbes é distante dos dias atuais, valha-me Deuses ao cego que disser isso.
A cada dia que passa somos mais egoístas, somos mais individualistas. De que valeu a teoria trazia por Durkheim e Weber que diziam, cada qual ao seu postulado, que a solidariedade era o edificador da coesão social se hoje nos vemos seres vis, sem nada a doar e sem nenhuma perspectiva de receber?

Digam-me de que adianta eu expor o meu texto desconexo se os comentários que virão serão, nossa como você escreve bem -não, não estou sendo presunçosa-, ou nossa que bonito o que você escreveu, quando na verdade as minhas mal traçadas linhas em nada resolverá o problema do
"CON-VIVER" -como bem separou Drummond-.
O que houve ao longo do tempo foi a desagregação de valores humanísticos tão preciosos, foi a competitividade se instalando não só na vida profissional, como também inferindo na vida pessoal, inerindo nas relações interpessoais.
Não me conformo como as pessoas para viverem o que aparecem "de novo" tenham que abdicar do que fôra vivido outrora, tenham que pisar naqueles que em algum momento os ajudaram. Não me conformo que as pessoas criem à sua frente muralhas intransponíveis e delas façam seu refúgio, seu abrigo no afã de se proteger do que? De si mesmos, o mais triste é isso, a proteção de si mesmo. Assim nos apercebemos a total calamidade em que se encontra os valores, os princípios, tudo aquilo que nos constitui ao longo do tempo. As pessoas possuem agora não medo de outrem, mas medo de si. Pior ainda são os que se fecham na mediocridade de suas verdades absolutas, sem se atentar que nada é constituido de uma única verdade, mas sim de várias pequenas frações verdadeiras que chegam a totalidade. Não existe verdade, existem pontos de vista sobre um fato e não adianta discutir tentando achar resposta, adianta refletir e concordar e discordar de pontos. A todo instante estamos sendo mais alienados, e existe todo um sistema por trás que dá subsídios para que continue engessado como está e a tendência é piorar, afinal não nos atentamos para o que está a menos de um palmo de distância de nossos narizes. Os veículos da imprensa que deveriam desalienar são os que mais fazem a antagonia -vide uma reportagem, dentre várias, da revista veja que depois farei a exposição aqui-.
Revolta-me também a frieza que a globalização trouxe para as nossas vidas, hoje as relações são através de frias telas, de barulhos de teclas; As pesquisas não possuem o mesmo afinco pois entramos no google e tudo o que queremos encontramos, não, de um todo não é ruim, entretanto tudo que é exagerado é doente também. Nem ausência, nem exacerbação, tudo há uma medida ideal, uma fração ideal.

Não serei hipocrita ao ponto de dizer que não desfruto das maravilhas da modernidade, da globalização, sim, desfruto e gosto muito por sinal, se não fosse a internet eu não teria esse espaço para explicitar meu pensamento contido, mas acho um absurdo tudo agora ser virtual, e o calor humano e o tato, a cor, o cheio, o paladar, aonde foram parar?

Qualquer dia vão nos fazer comer peças -e o pior, todo mundo vai achar normal-, porque hoje pai engravidar filho virou moda!

Sabe, essa idéia de postar partiu de algumas percepções que tive ao longo do dia e que gostaria de partilhar. Desculpem a aleatoriedade do pensamento, entretanto muita organização corta a inspiração.

Drummond agora fala por mim:
"o homem,descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas a perene, insuspeitada alegria de con-viver"

Quem disse que era fácil?


Gessinger agora fala por mim: "Se fosse fácil achar o caminho das pedras tantas pedras no caminho não seria ruim" Existe como se fazer diferente, basta se querer.

Deixem de ser reacionários, levantem a bunda da cadeira, se não conseguem fazer por todos, pelo menos façam por si: Desliguem a T.V e vão ler um livro.


Sendo melhor consigo, conseguirão ser melhores com o mundo que os cerca, porque primeiro temos que alterar, reinventar nosso "infinito particular", para depois propagarmos a mudança.


Abraços a todos.

Sem mais delongas, isso já ficou prolixo o suficiente.

Espero que 10% sirva.

Boa noite.

Ana B. Santos

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Casa de Bamba



Apesar de ter sido contrariada e de os meninos não terem me deixado ouvir um samba no dia do churrasco, aqui vai.
Porque nós sim, temos um pé no morro, e admitimos.
Somos burguesas, mas burguesas da ralé.

Na minha casa
Todo mundo é bamba
Todo mundo bebe
Todo mundo samba...

Na minha casa
Não tem bola prá vizinha
Não se fala do alheio
Nem se liga prá candinha...

Na minha casa
Todo mundo é bamba
Todo mundo bebe
Todo mundo samba...

Na minha casa
Ninguém liga prá intriga
Todo mundo xinga
Todo mundo briga...

Macumba lá na minha casa
Tem galinha preta
Azeite de dendê
Mas ladainha lá na minha casa
Tem reza bonitinha
E canjiquinha prá comer
Mas ladainha lá na minha casa
Tem reza bonitinha
E canjiquinha prá comer...

Se tem alguém aflito
Todo mundo chora
Todo mundo sofre
Mas logo se reza
Prá São Benedito
Prá Nossa Senhora
E prá Santo Onofre...

Mas se tem alguém cantando
Todo mundo canta
Todo mundo dança
Todo mundo samba
E ninguém se cansa
Pois minha casa
É casa de bamba
Pois minha casa
É casa de bamba...

Macumba lá na minha casa
Tem galinha preta
Azeite de dendê
Mas ladainha lá na minha casa
Tem reza bonitinha
E canjiquinha prá comer
Mas ladainha lá na minha casa
Tem reza bonitinha
E canjiquinha prá comer...

Se tem alguém aflito
Todo mundo chora
Todo mundo sofre
Mas logo se reza
Prá São Benedito
Prá Nossa Senhora
E prá Santo Onofre...

Mas se tem alguém cantando
Todo mundo canta
Todo mundo dança
Todo mundo samba
E ninguém se cansa
Pois minha casa
É casa de bamba
Pois minha casa
É casa de bamba
Pois minha casa
É casa de bamba...


Porque a casa do Thiago é casa de Bamba.... o problema são as influências! rs

domingo, 19 de outubro de 2008

Enfim, as três cabeças juntas!


Para alegrias de poucos, trsiteza de alguns e desespero de muitos, foi nesse sábado, dia 11/12/2008. Véspera de dia das crianças. E o apocalipse não aconteceu (ainda bem, afinal, domingo eu passei o dia no zoo e conheci o Gabeira). Hehehe...


Então, para narrar esse encontro, eu começo contando como nos unimos. Como não posso falar pelas outras duas cabeças, vou falar por mim.


Cabeça do meio, também conhecida como Carol. Tudo começou com um convite para a festa surpresa do meu noivo, que é o amigo dele a muito tempo. Não deu para ela aparecer, mas conquistei a sua simpatia e ela me adicionou no orkut e msn. Daí, foram muitos meses de papo até o dia que a conheci ao vivo. Mas sabe, quando finalmente nos vimos, parecia que já éramos amigas de longa data. A simpatia foi à primeira conversa. Descobrimos milhares de coisas em comum. Somos retardadas, temos um passado muito sujo (ainda bem. Hehehe), temos personalidades muito fortes, somos desbocadas, barraqueiras, baixas mesmo. Não fazemos pose, somos muito pouco mulherzinhas, somos absolutamente complexas, difíceis de serem entendidas mas cativantes de um jeito totalmente esquisito. hehehe... Isso são só algumas das coisas que temos em comum e que façam com que nos entendamos muito bem. Já tinha ótimas referências dela, o que facilitou em muito a nossa aproximação. Hehehe...


Cabeça da direita, ou simplesmente Bya. Foi no mínimo engraçado. Esse mesmo convite que rolou para a Carol, também foi tentado passar a Bya. Roubei a senha do meu noivo no msn para pegar o e-mail dela, mas aí tinham duas Bias no msn dele. Qual seria? Mandei e-mail para uma delas, era a errada afinal. Depois veio a festa de outro grande amigo em comum e mesmo com palavras de conforto, eu estava apavorada de conhecê-la. Porque? Porque ela vinha de um grupo onde eu já era pré disposta a detestar todos (e a recíproca é válida também). Tomei meia garrafa de cahaça para tentar engoli-la melhor. hahaha... Mas aí, a agradável surpresa: ela era a excessão no grupo. Pois é, ela veio com esse jeitinho absolutamente doce dela, conversou comigo, não me julgou, mostrou-se justa e fiel a sua própria consciência e juízo de valores. Tinha como não gostar? Rimos muito nesse dia. Trocamos algumas confidências e deixamos tudo em pratos bem limpos. Daí foi orkut e msn e mais papos ainda. E então, mais aproximação. E risos, e lágrimas, e confissões, e momentos, e venenos... Sim, porque mesmo sendo a "Lady" desse grupo, ela também sabe ser má quando quer, condição aliás, essencial a qualquer mulher.


E então, um belo dia papeando com as duas em separado no msn, elas pediram para serem apresentadas. E foram. E conversaram e se tornaram amigas. Criamos nosso blog e após muitas tentativas frustradas, nesse fim de semana finalmente rolou o encontro. As três cabeças se reuniram. E foi maravilhoso! Rimos muito, destilamos muito veneno e nos preparamos para o encontro só nosso.


Dia 01/11. Só as 3 cabeças. Sim, se as orelhas arderem, se houver um mal estar generalizado, se o mundo acabar, assumimos todas essas culpas. Huahauahauahu...


Por fim, o que posso dizer a essas meninas?

Que o Sr. Destino (bem parecido aliás com o da Liga da Justiça), no meio de tanta confusão, de tanta encheção de saco, me presenteou com duas pessoas maravilhosas. De todas as situações ruíns, sempre ganhamos algo bom em troca e eu ganhei essas duas. Essas duas cabeças que me completam e me fazem muito feliz. Amo cada uma de vocês de um jeito muito sincero e grato. Minhas amigas de verdade, que estarão comigo no altar sendo minhas madrinhas, compartilhando daqui para frente tantos momentos. Que estarão ao meu lado para rirem comigo, para enxugarem minhas lágrimas ou para chutarem alguns traseiros por aí (A Bya claro de salto alto, a Carol de All Star e eu de chinelo.). E agradecer também ao meu noivo, amigo dessas duas, que além de compartilhar a vida comigo, também trouxe essas duas encrencas para a minha vida! Hehehe...


Terminando, lembro de uma frase que a Bya me disse num certo show do Biquini Cavadão (não lembro bem a frase, estava bêbada já, mas sei que me deixou com lágrimas nos olhos): "Nós só estamos ganhando..." Sim, só ganhando, minhas amigas, minhas cabeças companheiras! Ganhando porque ousamos ser autênticas, sinceras e nadar contra a corrente. Ousamos seguir o caminho das pedras, vibrar em outras frequências. E sabemos que para ser feliz, o mais importante é nos fazermos felizes acima de tudo! Como diria Humberto Gessinger "A vida é mesmo muito curta para ser pequena." Que bom que descobrimos isso tudo. Não é o caminho mais fácil, mas é o que está nos fazendo felizes, independente do que achem de nós. E temos pessoas maravilhosas ao nosso lado para nos ajudarem nesse caminho.


Ah, mas para terminar mesmo, vamos acabar com essa rasgação de seda e colocar a frase do dia (passada pela Bya via msn agora a poquinho)


"Porque hoje em dia se você quer mesmo mandar alguém tomar no cú, você dá o endereço do cú pra pessoa" (Nós na Fita)


Amo vocês, minhas cabecinhas...

Até sábado!


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

ÊÊÊ orgulho...


Essa menina me enche de orgulho. Meu peixe abissal favorito!
Virou artista!!!
Está estampando o site da APAE!

http://www.congressoapae.org.br/


Até porque alguém tinha que ser artista nessa família.
O SBT não sabe como está me perdendo.

O SBT sim, pq eu não sirvo para novelinhas da Globo, que se passam no Leblon (deixo isso pra Pri).
Só sirvo para dramalhões mexicanos, com muito choro e nomes duplos.

Um beijo e um queijo pra todos.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

"Sou cheia de manias. Tenho carências insolúveis. Sou teimosa. Hipocondríaca. Raivosa, quando sinto-me atacada. Não como cebola. Só ando no banco da frente dos carros. Mas não imponho a minha pessoa a ninguém. Não imploro afeto. Não sou indiscreta nas minhas relações. Tenho poucos amigos, porque acho mais inteligente ser seletivo a respeito daqueles que você escolhe para contar os seus segredos. Então, se sou chata, não incomodo ninguém que não queira ser incomodado. Chateio só aqueles que não me acham uma chata, por isso me querem ao seu lado. Acho sim, que, às vezes, dou trabalho.

Mas é como ter um Rolls Royce: se você não quiser ter que pagar o preço da manutenção, mude para um Passat. "

(Fernanda Young - Ora Blogs! GNT 20.09.04)

Porque só ela me entende!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade.


Pretensão? Hahahaha... Um pouquinho, mas eu tô me sentindo a rainha das cocadas de todas as cores, a última coca cola do deserto e por aí vai.

Ok, ok, eu explico... Tem um fundamento, não é apenas uma super crise de auto estima. É que meu relacionamento subiu um degrau. Passei de simples namorada ao status de noiva.


GENTÉM! A mão direita tá pesaaaaaaada... Hahaha... Sinto que não foi apenas um passo, sinto que foi o primeiro passo para a concretização dos sonhos que temos alimentado a dois anos. Que foi um ato ímpar de cumplicidade, respeito e confiança.


Pois é... Difícil descrever todas as emoções, expectativas e idéias que vieram juntos com essa argolinha de ouro.


Porque no momento em que ele se ajoelhou na minha frente e me entregou a caixinha preta, toda nossa história passou pela minha cabeça. Todas as dificuldade, todas as brigas, as decepções, as alegrias, as barras que enfrentamos,... E realmente percebi que a nossa teimosia em fazer dar certo quando o mundo pregava que não foi a escolha mais acertada.

Tentaram, tentaram muito fazer com que não desse certo. Atacaram a mim, a ele, até pro meu filho sobrou (tadinho), mas não conseguiram nada além de uma puta dor de cotovelo ao ver que estavam errados. Mas, afinal, sempre existiram os amigos, aqueles que nos ajudavam quando achávamos que nada ia dar certo e eles estão conosco agora e estarão sempre.


Eu sou fogo, ele é água. Eu sou fé, ele é ceticismo. Eu prefiro o Amarante, ele prefere o Camelo. Eu amo Harry Potter, ele nunca leu um livro dele. Ele ama Chico Buarque, eu não vejo nada demais. Ele é a calmaria, eu sou a tempestade. Ele pensa, eu ajo... Pois é, não poderia ser mais perfeito. Hehehe...


O engraçado é que até a uns 2 anos atrás eu era a militante mór anti casamento. Sim, achava que casamento era perda de tempo, que era uma bobeira sentimentalóide e que noivado era só uma forma de poder comer a mulher em casa sem os pais protestarem. Hahaha... Pois é e agora estou eu aqui, a rainha do bambolê dourado toda boba, derretida e feliz. A roda da vida nunca deixa de rodar, meus caros, e poder ser hoje absolutamente diferente do que eu fui ontem é uma dádiva. Aquela velha história de "seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo."


Enfim, caros amigos e leitores, eu só queria mesmo dividir com todo mundo a minha alegria, minha felicidade que anda irradiando em todo lugar que vou. Como disse uma amiga, não sei o que brilha mais, a aliança ou meus olhos. Hehehe...


Beijos muito felizes de quem desde o dia 20/09 é a noivinha mais feliz do mundo!


P.S: Preciso alfinetar: ENFIEM O DEDO NO RABO E SE RASGUEM EM ASTERÍSTICO AGORA, SEUS GRANDES BOCÓS!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiar...


Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá...

Que a fé tá na mulher
A fé tá na cobra coral
Oh! Oh!
Num pedaço de pão...

A fé tá na maré
Na lâmina de um punhal
Oh! Oh!
Na luz, na escuridão...

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Olêlê!
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Olálá!...

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Oh Minina!
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá...

A fé tá na manhã
A fé tá no anoitecer
Oh! Oh!
No calor do verão...

A fé tá viva e sã
A fé também tá prá morrer
Oh! Oh!
Triste na solidão...

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Oh Minina!
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá...

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Olálá!
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá...

Certo ou errado até
A fé vai onde quer que eu vá
Oh! Oh!
A pé ou de avião...

Mesmo a quem não tem fé
A fé costuma acompanhar
Oh! Oh!
Pelo sim, pelo não...

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Olêlê!
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Olálá!...

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá
Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá...

Olêlê, vamos lá!

Andá com fé eu vou
Que a fé não costuma faiá...

(Gilberto Gil)



Porque ultimamente eu tenho estado com muita fé.
É só isso que posso ter!


Então!
Só eu sei como eu estava precisando de uma folga.
Meu ritmo de vida estava me matando, e esse cara aí do meu lado vai me proporcinar uma folguinha, por dois dias, pra me desconectar do mundo, o suficiente pra recarregar minhas baterias.
Tenho muito a agradecer a ele.
Coitado, ele me atura por dois anos, justo eu, surtada do jeito que sou.
Eu grito, berro, choro, rio, invento viagens, sacaneio, reclamo... mas ele tá ali... do meu lado, o tempo todo.
Merece um prêmio.
Alguém sugere um?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O lugar do passado.


Calma, não se assustem... Não virei aqui com um discurso histórico. O título até que parece muito algum texto que li na faculdade, mas não é esse o caso.



Explicando... Eu estava vindo para casa hoje, ouvindo meu mp3 no celular e tinham algumas do Biquini Cavadão. Foi quando ouvi um trecho de uma música que dizia assim: "Tudo que morre/Fica vivo na lembrança/Como é difícil viver/Carregando um cemitério na cabeça..." e meu deu um daqueles clicks que fazem a gente pensar... O passado. Ele pode assombrar e nos fazer sorrir. E eu pensei que tantas coisas, tantas dores, tantas mágoas poderiam ser apagadas e evitadas se possuíssemos o simples dom de esquecer o que nos convém. É.




Não estou aqui pregando que o saudosismo é ruím. Aquele saudosismo que nos faz ficar com sorrisinhos bobos na cara é bom e necessário. Mas e aquele saudosismo que fazem lágrimas discretas rolarem no canto dos nossos olhos?




O fato é que, a gente deveria aprender a viver mais o tempo presente ao invés de ficar o tempo todo olhando para trás. Aí, eu sei, surgirão questionamentos: "Mas e quando o passado simplesmente não nos deixa em paz?" Sim, porque eu vejo isso acontecendo com muita gente. A gente quer deixar aquilo para trás, aquelas pessoas e momentos e quando estamos quase conseguindo sucesso em nossa empreitada, esse passado dá um jeito de se manifestar e dizer "Oi! Eu ainda estou aqui" e, é claro, dessa forma fica difícil cicatrizarem feridas e parar de doer.




Algumas vezes somos nós mesmos quem não deixamos o passado lá atrás, onde deveria ser o lugar dele, afinal, quem vive de passado é arqueólogo e historiador (espero viver disso um dia! Hahaha), mas será que isso nos faz bem? Nossa dificuldade em deixar o passado se afastar acho que está mais na crença de que as coisas podem voltar a ser como era, ou pior ainda, na descrença no que ocorreu para que o presente não seguisse em frente e continuasse presente até hoje.




Porque estou comentando isso? Porque pensei nisso hoje. Porque, talvez, no fim de semana eu me deparei com um passado que eu preferia esquecer.


A solução eu acredito que seja fazer do passado o presente. Sim. Se você tem aquele amigo que a vida te afastou sem maiores motivos e você sente falta dele, pare de sentir. Tome a iniciativa e ligue para ele e marque e tente resgatar o que tinham ou criar um novo laço. Se um lugar te faz falta, tire um dia e vá até lá. Se teve um namoro que acabou, porque não se transformar em amizade e permanecer presente em sua vida? O complicado é quando a saudade é impossível de mudar, como a falta de alguém que já se foi.


Mas existe um outro tipo de saudade. Aquele tipo de saudade de uma coisa que jamais poderá ser de novo. Uma amizade que acabou, um grupo que se desfez por desavenças, um(a) ex namorado(a) que não pôde se tornar amigo(a). Mas, sabe? Se essas coisas se foram sem possibilidade de retorno é porque nunca existiram a fundo, de verdade. É porque não houve o "querer" de uma ou ambas as partes. E quando isso ocorre, ficar cutucando a ferida só vai impedir que ela algum dia cicatrize. Deixe que o passado se vá, siga seu caminho e se ele insistir em se apresentar, dê um passa fora nele. Não vale a pena.




Viver o presente ainda é a melhor jogada! Porque não haverá a necessidade de ficar voltando para viver, nem planejando o "como será". Apenas viver. Aquilo, naquele determinado momento. E se um dia acabar, se for tornar-se passado, que nos voltem apenas naqueles momentos tipo a queima de fogos no reveillon ou o nosso aniversário, onde revemos nossa vida, mas venham trazendo consigo os sorrisos e lágrimas apenas de felicidade por ter vivido!




Viver o hoje. É essa a dica! =)

terça-feira, 16 de setembro de 2008

O encontro!



Duas cabeças se encontraram ontem!
Eba!
Ainda falta a Bya, que sempre por motivos adversos não consegue comparecer, apesar de ontem ter sido para entrega de papéis, e umas fofoquinhas para colocarmos em dia.

Então...
Com nossas divagações, estávamos pensando com nossos botões, apesar de nossas roupas não terem botões.
Qual a definição de amizade?
Segundo o Aurélio: [ɐmi'zadə] sentimento de afeto por outra pessoa.
Para Sêneca, o amor é uma amizade tomada pela loucura, o que exemplifica bem o nosso caso.
Como podem 3 mulheres ter esse tipo de sentimento sincero uma pelas outras?
É meio aburdo e desconexo pensar nisso, já que sabemos que a amizade entre mulheres envolve muita, mas muita falsidade. Mas não no nosso caso.
Somos sinceras uma com as outras, mesmo que isso possa doer, e machucar, às vezes muito. Porque é necessário.
Mas todo sofrimento passa, menos aquele de saber que um dia você foi enganado.

A verdade é que nossas vidas dariam um filme, cada uma como atriz principal do próprio, claro.
Mas com certeza coadjuvante do filme da outra.
Ser coadjuvante não é ruim não, ser coadjuvante é bom, porque mesmo que não esteja presente 100% do tempo, está lá nas horas cruciais... na hora da briga com o namorado, na hora do pedido de casamento, na hora do parto, nas risadas, no choro...

Já tive pessoas na minha vida que passaram do estágio de amigos a meros figurantes na minha história em questão de segundos, conseguiram arruinar tudo por deixarem cair a máscara, sim, aquela bem presa com superbonder durante anos.

Ah... Tinha me esquecido do vilão... Sim, um vilão multifacetado, com um rosto para cada uma. E vários outros vilões, talvez eles nem se conheçam, mas todos querem destruir as mocinhas.
Rá, mas não contavam com nossa astúcia...
As mocinhas não são tão mocinhas assim...
Como diria Rita Lee "Sou mais macho que muito homem"! E disso podemos nos gabar! Temos coragem, coisa que não vemos em muitos por aí.

Acho que já escrevi muito...
Mas como em alguns episódios de Friends...

To be continued...

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Broxei

Pois é...
Sabe aquela broxada que te dá quando vc tá empolgadão com uma coisa e vê um detalhezinho que põe tudo a perder?
Todo mundo já passou por isso...
Então,
Broxei.
Mas não quero mais falar sobre isso.

É assim porque tem que ser e ponto final.




Outra broxada!
Não consegui comprar o ingresso da Madonna (sim, eu resolvi ir).
Mas agora não vou mais.

Só me resta ir pra um retiro Hare Khrishna ou tomar um banho de pipoca pra ver se essa uruca sai.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Além do simples rio

Boa noite, caros leitores.
Hoje o dia estava tão frio e chuvoso que me impossibilitou de sair e fazer alguma coisa divertida. Tentei assistir a um filme, mas era tão ruim que tornou-se inviável. Então no ócio que se apossou do meu dia e minhas trocas de fluidos intelectuais e de puro C.I (Cultura Inútil) via MSN resolvi postar uma perspectiva realista, ou pós modernista -como prefererirem os reacionários-, de um animal de existência secular.
Isso mesmo, a Piranha. Não refiro-me aqui sobre as cidades dos Estados de Alagoas e Goiáis, mas sim do animal, não só na essência da palavra animal -como ser irracional-, mas também nos desdobramentos do significado. Sem mais delongas. Quem nunca viu uma Piranha? Até eu mesma "urbanóide" do jeito que sou as vejo todo dia. Não estou aqui falando de ninfomaníacos ou pessoas sem pudores quando o assunto reflete em sexo, mas sim de pessoas que tem obsessão em ter aquilo que não é seu, ou melhor, quem não "é seu" -na falta de uma palavra menos possessiva, coloca-se aspas-.
Percebo que as palavras ao longo do tempo evoluem e agregam significados, mas nem tudo é tão modificado assim. Por exemplo, a piranha, seja o peixe de água doce ou o SER "RACIONAL" são carnívoros. Coincidência? Eu não aposto nisso.
Sabe, acho que hoje em dia, além de continuar na classificação da chave dicotômica como animais vertebrados -tanto a piranha peixe, quanto a piranha gente- elas trocaram a nadadeira por um par de pernas, são bípedes e não possuem mais guelras, agora elas possuem RG e CPF, além de endereço fixo. Foi uma evolução e parece que uma perpetuação da espécie. Sabe, isso me lembra aquele mito do Boto cor de rosa, que no período noturno saia das águas amazônicas e ía à cidade, assim que chegava em "terra firme" virava um homem sedutor de beleza tão estondeante e magnetismo próprio que atraia todas as mulheres, reza a lenda que ele as engravidava e abandonava-as. Então, chegamos no ponto em comum da história. As piranhas, elas miram, atiram e quando levam depois abandonam, porque na verdade elas não querem nada duradouro, quanto mais fugaz melhor, ou seja, são criadas para destruir.
Quem nunca encontrou uma dessas pela frente?
Não dizem que há mais segredos entre o céu e a terra do que nossa vã filosofia? Pra mim há mais segredos entre a água e a terra..hahahaha
Por isso eu e a maioria dos seres-humanos racionais de sexo feminino não somos muito chegados nessa espécie de animal que deve ser erradicada.

=)

Enfim, mais um besterol.

Beijos e abraços.

E muito cuidado o dia que for acampar com o namorado, amigo arco-íris, marido, ou qualquer um independente do sexo -segundo fonte confiável piranha agora morde qualquer um- que mantenha algum laço afetivo-sexual com você, porque elas aparecem quando menos se espera e, antagonicamente ao mito do boto, não possui um horário predeterminado.

sábado, 30 de agosto de 2008

Dia mais que de cão

















Meu Post é mais porque sou a "integrante" que ainda não registrou nada aqui. Pois bem, vou falar um pouco do meu dia ontem.

Sabe aquele dia em que nada dá certo para você?
Dia esse que se contrapõe ao ditado "dia de cão", porque nem cão tem um dia tão ruim quanto o seu?.
Dia em que você se acha baranga, mal vestida. Seu cabelo tá um lixo, sua sobrancelha por fazer, suas unhas nem se falam e você entra numa profunda depressão, nada te consola, chora, chora, chora, quer parar e não consegue? Mais ou menos por aí foi meu dia ontem -isso porque ainda estou longe de chegar à monografia-.
Acordei com nenhuma vontade de ir a faculdade, mas me animei, afinal tinha aula de história, me arrumei, mas não encontrei nada que achasse tão bom no armário, prendi o cabelo de qualquer jeito, me senti uma velha andando na rua. Durante o dia não houve nada que me alegrasse, quando cheguei em casa fui almoçar e do nada veio uma sensação ruim, depois fui levar a minha irmã ao curso -e ai tive a certeza que nada estava bom-, uma senhora me perguntou se a minha irmã de 12 anos era a minha filha. Valha-me Deus, hoje em dia o sexo não é mais tido como complemento de um relacionamento, mas sim uma banalidade e isso está se propagrando culturalmente por diversas gerações. Está tão comum ver meninas de 12 e 13 anos grávidas que as pessoas acabaram por digerir essa realidade e propagam. Enfim, eu tenho 19 anos, para ser mãe da minha irmã eu teria de tê-la com 06, inviável. Para terminar, cheguei em casa, tomei banho e me arrumei para ir ao meu curso, coloquei meus últimos R$ 20,00 no bolso e levei o cachorro na rua. Quando voltei cadê o dinheiro?. Acabei por desistir de ir ao curso, subi para a casa e achei -naquele momento- que tudo era muito injusto, fui assistir um filme, puta, muito puta porque havia perdido o R$ o que me fez chorar mais ainda, acabei por pegar no sono.

Enfim, cabe a pergunta sem resposta: Por que temos que ter dias tão ruins?
E para completar, porque justamente nesses dias temos que encontrar pessoas sem noção de nada na rua? Porque sempre pode piorar.

Sem muito o que falar. Não é um belo post para inaguração minha, mas é factual!
Depois eu prometo uma postagem à altura.

Abraços e Beijos a todos.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Tudo culpa das que queimaram os sutiãs...


Por favor, não confundam este post, com uma manifestação machista, de maneira nenhuma...
Mas vamos pensar todos juntos.
Com o feminismo ganhamos o direito de ser pioneiras em diversas profissões, podemos votar, somos provedoras de dinheiro em casa, somos figuras cada vez mais marcantes em famílias, na televisão, nos jornais, etc.
Mas o que perdemos?
Perdemos tempo para brincarmos com os nossos filhos, que hoje ficam nas mãos de babás, e as têm como maior referência de amor do que a nós mesmas.
Perdemos a vaidade... tem algo mais bonito do que uma mulher de saia ou vestido?! Mas a maioria prefere usar as banais e feias calças.
Perdemos o romântismo... quem não se lembra dos filmes antigos, em que as mulheres eram apaixonadas e os casais trocavam cartas e juras de amor.

Mas há quem vai dizer que as mulheres eram subjugadas, exploradas, escravizadas e traídas por seus maridos. Mas conheci várias mulheres do século passado que eram plenamente felizes com os seus.

Hoje, é muito mais fácil ser puta, não no sentido propriamente dito da palavra, mas ser puta sim, estar cada dia com um, sem se entregar (afetivamente, que fique bem claro) a nenhum deles. Não que não seja legal... todo mundo tem necessidades fisiológicas, o corpo pede por isso depois de um tempo sem, e acabamos cedendo às pressões do próprio corpo. Mas não é nesse sentido que eu estou falando.
Cadê a graça em se apaixonar, em sentir borboletas na barriga, em esperar incansávelmente um telefonema, em marcar um cineminha com o "futuro-dito-cujo"? Não existe mais.
Hoje você vai numa micareta, beija 10, pega o orkut de um, e já marca de ir pro motel.
Como assim?!
Que mundo é esse?!

Não recrimino ninguém que tenha um amigo-step (aquele que está sempre lá na hora que vc precisar de uma mãozinha, ou qualquer outra parte do corpo), acho até bastante saudável. Só não acho normal essa banalização do sexo com desconhecidos. Convenhamos, você sabe onde ele colocou o brinquedinho dele antes de colocar em você? E se ele tá te pegando assim de cara, com quantas ele já não fez isso? E se você quiser um relacionamento com ele, será que ele vai te trair?

O problema do mundo de hoje é que as mulheres não se dão o respeito, e os homens também não.
Mas isso é culpa de ambas as partes... Os homens sempre foram galinhas, mas por quê nos igualar a eles? Isso fará de nós pessoas melhores? "Olho por olho e dente por dente"?
Nem todos os homens são assim, nós sabemos. Conheço muitos que são fiéis por opção.

Às vezes acho que nasci na época errada.
Porque no fundo, no fundo, toda mulher é romântica, só que esconde isso muito bem.
Sou a favor do romantismo...
Da porta do carro ser aberta, da conta do restaurante paga, de flores sem motivo algum, da prioridade em botes salva-vidas.

Ai como queria voltar no tempo e ser feliz com pequenas coisas como as mulheres dos anos 40 eram...
Agora, para ter a dita felicidade plena, queremos muito, muito mais do que elas almejavam.
E com isso nos banalizamos.
É triste.

É bom ter liberdade sobre a nossa vida, sobre as nossas atitudes...
Mas é tão ruim não ver a que caminhos elas apontam.

Emfim, por hoje é só.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

É fácil falar...







Eu nem deveria estar aqui hoje, não tenho a pretensão de postar todo dia, até porque não sei se terei assuntos todos os dias, mas hoje eu precisei vir aqui. Para desabafar.

Porra, nós seres humanos somos mesmo estranhos, né?! Hoje eu soube de uma coisa muito engraçada que me revoltou um bocado. Não, não estou falando da derrota vergonhosa da seleção masculina de futebol nas olímpiadas, muito menos do desempenho horroroso do Brasil na mesma olimpíada. Estou falando de uma coisa pessoal, de um problema pessoal: o cinismo das pessoas.

Não sei se eu vivo numa realidade distorcida ou é o mundo que é estranho mesmo, mas acho tão mais fácil ser sincera... Sincera comigo mesma, com as pessoas ao meu redor, com as situações que eu passo, que ver as pessoas forçarem situações e atitudes me deixa atordoada. É só parar e pensar: se eu for sincera, eu vou saber lidar bem com tudo, se eu não for sincera precisarei me meter em uma rede de farsas e mentiras que nunca tem um fim, então, para que isso?

É, estou muito puta sim, porque as pessoas falam o que querem, ou se calam sem explicar porque, fazem o que querem, machucam, pisam, magoam e depois querem fingir que nada aconteceu. Hipocrisia, sabe? Porque admitir o erro é muito complicado, então, vão no orkut e colocam fotos com legendas bonitinhas afim de sensibilizar o objeto com o qual errou.

Nessa era onde tudo é digital, tudo é plastificado, até as amizades ficaram assim. "Bom, fiz uma merda, te esculhambei, errei feio com você, mas vou colocar uma foto nossa e dizer que você é meu super herói favorito e tudo será como antes. NÃO DÁ!

Já disse um sábio poeta uma vez para uma situação dessas: "SE FODE AGORA!". Sim, porque na hora que a coisa aperta, recorrer à razão parece o mais correto a se fazer, mas esquecem que a emoção, lá atrás, já fez seu estrago de proporções catastróficas.

E aí é que eu volto na questão da sinceridade: precisamos ser sinceros, principalmente com nós mesmos. Não adianta eu dizer que não gosto da situação x e amanhã fazer a mesma coisa só porque "meus amigos fazem assim e se eu quero fazer parte do grupo também preciso fazer". E aí, mesmo quem julgava ter uma alma sincera e verdadeira, uma alma artística, elevada, acaba caindo naquilo tudo que mais negava, até mesmo cometendo atos no mínimos medíocres e que expressam o grau de necessidade de "fazer parte".

E é nessa hora que penso no Matanza. Música pra macho! "É impressionante como eu nunca faço nada./É sempre a confusão que vem até aqui./Falo isso para o meu psiquiatra,/Mas é claro, ele não entende."

Eu não procuro a confusão, as pessoas que as provocam. Eu tento ficar na minha, mas não deixam... E olha que a confusão nem foi comigo, foi pior, com meu namorado. Por isso a ira ser maior ainda! Sabem como é, né?! Cuido do que é meu! Hahahaha...

Enfim... Assim me despeço hoje. Com vontade de esganar uma certa pessoa... Hehehe...
Mas passa, amanhã estarei melhor (se não me aprontarem outra, claro)

Beijocas da cabeça da esquerda

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

As três cabeças


Porque esse blog?

Somos três amigas que nos juntamos em uma ocasião que nos mostrou que mesmo tão diferentes, temos algo em comum: o respeito por nossos princípios.

Cada uma com seus princípios, seus ideais e seus sonhos, mas sabendo respeitar o espaço da outra. É a famosa história do "ado, aado, cada um no seu quadrado", seja fazendo saci com giratória, seja fazendo Cicarelli, seja no matrix...


Sabe? Acreditamos que as diferenças são essenciais para a vida. Não é tão bom aprendermos coisas novas com pessoas diferentes? Não é legal respeitarmos as diferenças e aprendermos com isso? Um mundo onde pessoas são todas iguais e seguem apenas um padrão pré estabelecido é uma utopia muito totalitária, algo que grandes, porém perversos líderes já tentaram em diferentes momentos da história para no fim vencer o que? A diferença, a liberdade e o respeito.


E é isso que tentaremos passar aqui: as diferenças que nos fazem únicas e especiais. A maneira de cada uma de nós encarar o mundo e as diversas situações pelas quais passamos. Sem esquecer o princípio primário de toda boa convivência: o respeito pela individualidade de cada um.

Então, se concordam conosco, ótimo, se não concordam podem nos xingar, mas não esperem que sejamos lindas fadas encantadas, porque respondemos como um sonoro "VAI SE FUDER" às críticas... Hehehehe... Respeito sim, mas desbocadas antes de tudo! Hahaha...


Sejam bem vindos!

Beijos da cabeça da esquerda, ou simplesmente Pri

terça-feira, 19 de agosto de 2008

A ídolaaaa





















Pois é, ela vem!
Mas para o meu despero, a deusa do Pop está cobrando por uma noite de show no Maracanã, 180,00 no assento mais barato.

É isso mesmo... 180,00.
Eu como estudante pago 90,00...
Mas caceta!
90,00 pra ver a Madonna, não que ela não valha o dinheiro, mas é muito dinheiro... e em tempos de vacas magras, gastar esse dinheiro com ela é praticamente um sacrilégio.

Fiquei deprimida quando vi o preço.
Mas juro que vou tentar economizar nos meus lanchinhos na casa do palhaço pra ver se consigo juntar a grana pra ir no show do mito.

Enquanto não chega a hora...
Contando os minutos pro show do Zé pretinho...
Quem me acompanha?