Sempre considerei-me um ser iniludível, entretanto meu pilar caiu há algum tempo de forma a deixar chagas que demoraram a fechar. É lamentável olhar para trás, fazer uma retrospectiva, ou um balanço, como muitos preferem chamar, e encontrar reminiscência das tais feridas, todavia do que seria feito o crescimento e a perspectiva do correto à frente, senão da vontade de não repetir um erro cometido?
Cedo ou tarde essa análise retrógrada precisa ser feita, alguns pingos precisam ser postos, outros retirados, nos tais "is" para assim equilibrarmos-nos na corda tênue e bamba das relações interpessoais e nas relações de "per si".
Como um sábio disse uma vez: "O mais difícil é conhecer-te a ti mesmo", tautológico ou não, há de se concordar que não há um único ser que se conheça por inteiro. Há sempre um lugar inóspito, obscuro, incólume de qualquer exame para o conhecimento de sua natureza, refiro-me a natureza do indivíduo.
Somos assim, sempre achamos que podemos prever aos outros e a nós mesmos, quando na verdade, muitas vezes realmente podemos prever a outrém, mas estamos muito aquém da capacidade de prever a si. Pode parecer tudo patavina, patacoada, classifiquem como quiser, entretanto isso tudo foi para fazer a pergunta que muitos se fazem agora: Depois de tanto tempo, por que ainda é incômodo?
>Tomorrow will be ok!<
B.S (Cabeça da Direita)
Não leiam...
Expressado por Ana "Bya" Santos às 22:07 1 Escreva que eu leio